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A melhor idade na psicoterapia


Hoje o post é sobre atendimento psicoterápico de idosos, pois vem se observando nos últimos anos um aumento pela procura desse público por atendimento e uma maior adesão também.

A expectativa de vida vem crescendo, e a população idosa no Brasil representa atualmente, 14,6% da população, e nas últimas décadas, tem sido crescente o estudo quanto ao envelhecimento, qualidade de vida, garantias de direitos e acesso, adoção de políticas e práticas em vários âmbitos para o público da melhor idade.

Muitas clínicas tem investido num atendimento integrado, algumas instituições  públicas também tem avançado nesse quesito.

O processo de envelhecimento é subjetivo e individual, cada um vai lidar de uma forma diferente, enquanto processo precisamos compreender como isso está acontecendo para você. A gente se prepara para envelhecer? Cuida do processo desde o início mantendo a saúde em dia? Realizando exames periódicos? Mantendo convívio com pessoas, constituindo novas amizades? O quão dinâmica está a rotina desse indivíduo? Quais hábitos saudáveis vem mantendo na vida? Se dispõe a aprender algo novo?

As queixas mais recorrentes nos atendimentos se referem a solidão, depressão, ansiedade, caracterizado em geral, por algumas perdas, novas adaptações na rotina, aposentadoria, casamento dos filhos, problemas de saúde.

A Psicoterapia pode contribuir de modo significativo para esta etapa da vida, uma vez que busca compreender o indivíduo de forma integral e sistêmica, em sua nova maneira de estar no mundo, bem como no modo deste investir nas relações e de habitar seu corpo e sua história. Proporciona também ao idoso um espaço para falar de seus medos e inseguranças, garantindo  a tranquilidade de não ser julgado, poder ser escutado e acolhido em suas demandas, trabalhar uma melhor adaptação a nova fase da vida, compreensão das mudanças, um reconhecimento da sua identidade sob novas perspectivas.

Os atendimentos podem ocorrer no consultório, e quando da impossibilidade, em domicílio, resguardando um lugar que garanta o sigilo do que está sendo tratado na sessão. Faz-se também orientação aos familiares, cuidadores, visando construir um espaço harmônico, de reciprocidade e adaptações conforme as necessidades e adaptações à vida atual.

✒ Texto escrito por: Fernanda Leitão (CRP 10/03294)

Instagram: @psifernandaleitao


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